30 de mai de 2014

Saúde na Copa: Novo Aplicativo de celular que vai monitorar a saúde dos brasileiros durante a Copa

Usuário diz como se sente e recebe relação de farmácias e hospitais próximos.
Aplicativo também fala sobre vacinas e dá dicas de como evitar acidentes.

Um novo aplicativo de celular vai monitorar a saúde dos brasileiros durante a Copa do Mundo. O Saúde na Copa permite que o usuário informe como está se sentindo e, em caso de problemas, fornece a relação de farmácias e hospitais mais próximos.

O aplicativo pode ser baixado em celulares e tablets em três idiomas. Para usar, basta indicar como está se sentindo: muito bem, bem, mal ou muito mal. Quem disser que está mal vai receber uma lista e deverá clicar nos sintomas que está sentindo. 

Depois, o usuário será orientado a procurar um médico e o próprio aplicativo fornece uma relação com telefones de emergência e endereços de farmácias e hospitais.

Veja como baixar o aplicativo: ANDROID ou IOS

Se um torcedor passar mal, por exemplo, no Estádio Nacional, em Brasília, ele pode acessar o aplicativo e rapidamente vai descobrir que a dois quilômetros há um hospital público, referência para atendimento durante a Copa do Mundo. Depois disso, basta seguir o mapa para chegar ao local.

O Saúde na Copa também fala sobre vacinas e dá dicas de como evitar acidentes.

O publicitário Felipe Campbell vai assistir a 11 jogos do Mundial, cinco na capital federal e outros seis no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza. Ele já baixou o aplicativo no celular: “Espero que eu não precise usar, mas se precisar, pode ter certeza que vai ser alguma referência que eu vou ter para procurar ali. Até porque em Copa você acaba comendo muito na rua, bebendo muito na rua, então você tem uma chance maior de ter algum problema gastro ou de dor de cabeça, alguma coisa assim”.

As informações enviadas pelos usuários serão registradas no Ministério da Saúde. Se for constatado, por exemplo, um grande número de torcedores com sintomas parecidos em uma mesma região, o governo tomará medidas para evitar que o problema se espalhe.

“Isso serve como um alerta para as autoridades sanitárias, para as equipes de saúde tanto do serviço público como privado, e pra gente agir preventivamente, por exemplo, interrompendo a cadeia de transmissão de uma doença. É uma tendência, olhar tendências a partir da distribuição geográfica”, afirma Arthur Chioro, ministro da Saúde.



Fonte: G1


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