1 de jul de 2013

Modelos e desafios da computação na nuvem

Antes de contratar um serviço de computação na nuvem é necessário avaliar cuidadosamente os diferentes modelos disponíveis no mercado. Para ajudar o profissional nesta tarefa, o site CIO apresentou as diferenças e similaridades entre as opções, confira.
No SaaS (Software como Serviço) as políticas de grupos e usuários podem ser usadas para garantir que determinadas pessoas tenham acesso às informações selecionadas na base de CRM da empresa. Além disso, esta opção foi desenvolvida para possibilitar acesso a aplicativos.

Já a PaaS (Plataforma como Serviço) tem como principal objetivo a proteção de dados. No entanto, cabe ao profissional planejar a segurança, calculando uma distribuição equilibrada dos serviços em eventuais indisponibilidades. Também é necessário estudar a forma como a criptografia será executada. No caso do modelo IaaS (Infraestrutura como Serviço), o profissional precisa se preocupar em providenciar um framework de governança corporativa para que as transações ocorram.

Nestes casos, existem três principais desafios, o primeiro deles é proteger as informações antes de transmiti-las à nuvem. Os próprios provedores de cloud computing sugerem que pacotes com informações confidenciais sejam  removidos ou enviados de forma criptografada. Nessa hora, surge a dúvida de como realizar a criptografia ou a remoção dos dados antes de enviá-los para o provedor. Uma alternativa para tal situação é a contratação de um broker que faça a criptografia dos dados entre as estações de trabalho e o provedor.

O segundo desafio é não criar espelhos dos sites na nuvem. Habilitar o login único para sistemas locais e para a plataforma de nuvem  pode ajudara a mitigar riscos e custos associados. Afinal de contas, é mais fácil lembrar apenas de uma senha. Também gera menor trabalho para a TI na hora de barrar o acesso de determinado usuário.

Por fim, há ainda o desafio de controlar os investimentos. Para dar conta do monitoramento, as empresas podem contratar um intermediário. O serviço deverá monitorar ativamente a alocação dos recursos e auxiliar as organizações a se manterem dentro das regras de governança e regulamentações.

Fonte: olhardigital
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